segunda-feira, 30 de maio de 2011

Foi este sorriso...

... que eu trouxe no meu coração, depois da Eucaristia!

O Pe. falou de muito... da cultura do "falar mal de...", falar mal por falar mal, e o que conseguir falar mais mal de... sai vitorioso. Tenho vivido na minha pele, este estranho gosto de falarem mal... e sim, também sinto que o fazem sem qualquer embaraço, que o fazem até com alguma estranha satisfação.

Mas a minha alegria não se prende com esta deprimente realidade, antes com a grande alegria que é crer em JESUS Vivo e Ressuscitado, no Seu grande amor por cada um de nós... pela Sua Mãe, que também é nossa Mãe. 

É nesta certeza de que Jesus nos doou a Sua Santissima Mãe, que tembém eu desejo ser realmente Sua filha. Quero aprender a amar Jesus, com o coração de Maria! 

Senti-me confirmada na fé... e queira Deus que se concretize aquilo que sinto no meu coração! 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

"You will be a winner..." ( Você vai ser uma vencedora... )



Nunca participei em nenhum concurso, prova desportiva ou similar. Também nunca ganhei o 1º prémio do pódio, nenhuma medalha ou taça...

Costuma dizer-se que cada um é p'ró que nasce, e eu de certeza que não nasci para a competição.

Falando em termos humanos, nos relacionamentos quer familiares ou sociais, também nunca senti ter o 1º lugar, nem ganhei nunca nenhuma "medalha", nem de mérito... limito-me a ser eu!

Sou o que sou, e muito feliz por ser quem sou! 

Nunca deixei de lutar pelo que acredito.
Nunca me deixei vencer pelo desanimo... não de forma a desistir.
Nunca deixei de acreditar...

na vida!
na alegria!
no amor!
na familia!
nos meus projectos!
em Deus!

Por vezes distanciei-me... daquilo  em que acredito, mas nunca desisti!

Hoje e após alguma luta, uma nova oportunidade parece nascer.... e assim me foi dito:  "You will be a winner..."









quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eu fiz a escolha...


... de me silenciar!

Diante a dor da injustiça e mau julgamento, eu escolhi o silêncio. Sofri e sofro... porque me ferem no que diz respeito á minha conduta, aos valores morais em que acredito e defendo.

Diante a dor e perplexidade, encetei esforços em obter direcção... não esperei que dessem respostas milagrosas, nem que me dessem a solução mágica... esperava apenas e tão somente, uma palavra de animo, coragem, esperança... ouvi apenas o silêncio... um silêncio de desprezo. Foi duro! É duro!

Senti no meu coração as palavras de Jesus, quando em agonia pede aos discípulos que vigiem enquanto Ele se adianta um pouco para orar ao Pai e no fim os encontra a dormir. -   "então, não pudestes vigiar uma hora coMigo? Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto mas a carne é fraca".

Senti a dor e a tristeza da injustiça  e senti a dor e a tristeza do abandono! Quis revoltar-me... quis perguntar porquê... quis abanar e gritar: "agora que preciso, todos se silenciam?" - Mas... as palavras de Jesus ecoavam dentro do meu coração... fiz então a escolha do meu silencio. Mesmo triste, sentindo a injustiça  e abandono do desprezo, calei... rezei e espero!

Se me custou? Muito!
Se foi fácil? Não! Só Deus sabe o que dói, e dói mais porque nada entendo.

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Adenda.

Em tudo isto, não guardo mágoa nem ressentimento, pois o caminho em Cristo é o do perdão. Um perdão gratuito e generoso. Não é fácil o caminho do perdão, mas em Jesus e com Jesus tudo é possivel.

Perdão é decisão! 



quarta-feira, 18 de maio de 2011

O INSULTO VS O ELOGIO




Por vezes sinto-me como um íman... um íman que puxa o mal para si...
Não sei explicar!

Depois de uma caminhada de instrução na fé católica, afastei-me! Sentia Deus distante... era como que a Bíblia tivesse histórias muito bonitas e nada mais, nada do que eu ouvia se aplicava no meu dia-a-dia, na minha família. Havia claro a "obrigação" da Eucaristia de Domingo e nada mais... não rezávamos juntos... não vivia com os meus progenitores, que me haviam deixado aos cuidados de terceiros e seguiam as suas vidas, como se eu nunca tivesse existido. Não sentia amor, acolhimento nem que alguma vez tivesse um porto de abrigo. Tinha um tecto! Sim, isso eu tinha.

Deixei-me encontrar por Deus, quando ao fim de muito tempo... já não tinha forças para lutar mais, quando tudo o que tinha ao meu alcance já o tinha feito... tinha chegado ao fim da linha!

Lembrei-me "dessas histórias bonitas" da Biblia e procurei Deus! Procurei-o no pedido de oração, mas não me detive aí... caminhei até Ele! 

O Pai Celeste, que é o Pai Misericordioso... recebeu-me com festa, alegria... fez-me sentir uma filha desejada e amada por Ele, não me condenou, nem me apontou o dedo... muito menos me pôs de castigo!

O Pai... fez-me sentir a imensidão do Seu amor, fez-me senti-LO no meu coração abrasando-o com o calor de todo o Seu amor e aí percebi... que o coração humano jamais pode receber todo o amor de Deus, não porque o habituaria mal, não porque lhe criasse algum mau vicio... mas porque é pequeno demais para O conter em toda a sua plenitude! Se Deus Pai libertasse de repente todo o Seu amor nos nossos corações... sucumbiamos, esmagar-nos-ía. Jamais isso poderá acontecer, sem que a Alma seja cumulada com grande Graça de Deus Pai.

Depois de ter chegado a este entendimento... quis conhecê-LO melhor, quis amá-LO mais, quis... não só senti-LO, mas vê-LO! 

Grande pretensiosa, hein?!

Na verdade não creio que seja uma vã pretensão, mas antes uma grande saudade... uma saudade cunhada pelo fogo, um fogo que nos abrasa mas que não nos consome, antes que nos dá vida!

Em todo este caminhar que aqui testemunho, é na oração que LHE falo. É de joelhos dobrados, que LHE conto as minhas dificuldades, as minhas alegrias, as minhas tristezas e toda a turbulência que vou encontrando.

Recordo o fim-de-semana que estive sem casa, em que a ira de outros olhando o meu rosto de angustia me dizia: - "Se sabes rezar, reza. Nem as rezas te valem..."  - Em silêncio refugiei-me na oração, não me bastou apenas a oração e fui diante o Sacrário e aí chorei... e fiz das minhas lágrimas, a minha oração. Recordo ainda, que ao fim de algumas horas e sem entender muito bem... a minha voz humildemente e a medo dizia: "Terça-Feira! Terça-feira temos tudo resolvido a nosso favor."

As horas passaram, um dia passou e outro já a findar... e eu acreditava que seria na Terça-Feira. Já a noite tinha caido na Segunda-feira quando o tão desejado telefonema chegou e eu era confirmada. E... eu nem sabia rezar, mas falava-LHE de todo o coração!

Recordo aínda que tenho passado pela calúnia, pela injúria, pela falsa acusação, pelo falso testemunho que se levanta contra mim... e... a nada disto me habituo. Tenho passado por tudo, da mesma forma... de joelhos, Terço na mão e lágrimas nos olhos.

Agora e porque tudo me parece descabido, sem sentido... faço-o da mesma forma, com uma unica excepção, as lágrimas não caem...

Há poucos dias, ofendendo-me diziam-me muitas coisas... o quanto eu era má, o quanto fazia mal as minhas obrigações, o quanto não prestava e no que me tinha tornado... - "Ás vezes vou para rezar, mas lembro-me de ti e não rezo! É por tua culpa!" - De olhos arregalados ouvia com espanto todos aqueles insultos... e no silencio do meu coração dizia: - É por Ti Jesus, é por amor a Ti!

-"É por tua culpa que não rezo mais, é por tua culpa que não vou mais á missa... "

Perguntei apenas porquê...

"Porque não tens tempo para nada, só para as rezas, para a missa... andas cansada porque queres, vais ver onde as rezas te vão levar."

Não foi insulto... foi elogio!  

domingo, 15 de maio de 2011

As crianças são puras!



Tenho passado ultimamente, por momentos de verdadeiro julgamento injusto e mais recentemente... por momentos de indiferença. Não escondo que tanto um, como o outro momento me abalaram profundamente... se não entendo o julgamento injusto... muito menos o desprezo.

Decidi passar por isto em silêncio... quis chorar, sinto que me aliviaria... mas as lágrimas não caem. Sinto-me, como se tivesse ficado "seca"... impressionante, quando mais precisava de apoio, de uma palavra amiga, de animo... "cadê?", onde foram todos?

Meditei na dolorosa Paixão de Cristo... e descobri, que JESUS passou por isso, de uma forma mais violenta é certo... mas dei-me conta, que pelo que passo neste momento, também me é doloroso... e tomei uma decisão, entreguei a N. Senhor, por amor a ELE. Se isso é agradável a N. Senhor, eu não sei... mas assim mesmo, em silêncio e com a serenidade possivel, ofereço "isto" a Jesus!

Hoje, o dia do Bom Pastor foi celebrado por outro Sacerdote.

I Leitura - Act 2, 14. 36-41

Salmo Responsorial - Sl 22 ( 23 ) 

II Leitura - 1Pd 2, 20-25


"20. Que mérito teria alguém se suportasse pacientemente os açoites por ter praticado o mal? Ao contrário, se é por ter feito o bem que sois maltratados, e se o suportardes pacientemente, isto é coisa agradável aos olhos de Deus.





21. Ora, é para isto que fostes chamados. Também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo para que sigais os seus passos."
Evangelho - Jo 10, 1-10
Se durante o Salmo, eu senti que N. Senhor me falava com doçura... amor, na segunda leitura... senti-me confirmada. Confirmada que tudo isto que vivo, é uma grande provação... que vem tudo com o selo do mal. Confirmada na forma como escolhi viver "isto" e sinto assim, que a minha oferta é agradável a Deus.
O sacerdote, que celebrava dizia a certa altura na Homilia, é este o salmo que devemos rezar, quando mais nada podemos fazer... quando nada mais temos a dizer a N. Senhor no meio da provação... e isto, foi verdadeiramente refrigério para a minha alma, pequenina e amedrontada no meio de tamanha tempestade.
Mas... N. Senhor ama-nos em abundancia... com um amor tão grande, que jamais poderemos ver o seu inicio e o seu fim.
Sentada no chão, com os meus meninos... com aqueles que vou falando que Jesus é nosso Amigo... o mais pequenino deles todos, dava-me beijinhos e muitos... ora no rosto, ora no braço e... até na palma da mão... e aqui falou: "mereces-te"... e naquele pequenino vi JESUS!
Louvado seja N. Senhor Jesus Cristo!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Indiferença... um dos mais altos degraus do desprezo!


Tenho meditado no que é a indiferença/ desprezo... realmente são sinónimos, sinónimos que magoam... que ferem. Deixo-vos aqui um delicioso texto, que muito me ajudou...


«Um certo dia uma das Madres ficou tão zangada comigo e humilhou-me tanto, que eu pensava que não suportaria mais. Disse-me: “Excêntrica, histérica, visionária, suma do meu quarto, não quero mais ver a Irmã”. – E caiu sobre a minha cabeça todo um palavrório. Ao chegar à minha cela, caí de bruços diante do crucificado e olhei para Jesus; já que não era capaz de pronunciar uma só palavra. E, no entanto, eu disfarçava diante das outras e fingia que nada tinha havido entre nós.

Satanás sempre aproveita de tais momentos; começaram-me a assentar-me pensamentos de desânimo: “Eis a recompensa pela tua fidelidade e sinceridade. Como se pode ser sincera, quando se é assim tão incompreendida?” “Jesus, Jesus, não aguento mais!” Caí novamente ao chão sob esse peso e cobri-me de suor; uma espécie de temor começou a dominar-me. Não tinha em quem me apoiar interiormente. Nisso ouvi uma voz na alma: “NÃO TEMAS: EU ESTOU CONTIGO!” E uma luz estranha iluminou a minha mente; compreendi então que não devia render-me a essas tristezas. Uma força penetrou-me e saí da capela com nova coragem, pronta para enfrentar os sofrimentos”. (Diário 129)

Não é fácil sermos tratados com desprezo, mas, o testemunho de Santa Faustina nos ensina como lidar com essas situações: disfarçar diante dos outros e fingir que nada houve entre nós e a pessoa que nos desprezou. E estarmos atentos ás insídias de Satanás que aproveita tais momentos para suscitar pensametos de desânimo em nós, de querer levar-nos ao desânimo. Isso já aconteceu comigo algumas vezes e tive os mesmos sintomas: senti-me desanimado, com vontade de chutar o balde. Entretanto, foi olhando para Jesus que encontrei forças para enfrentar tais situações de desprezo e não me deter nelas.
Tentar disfarçar como fez Santa Faustina é uma necessidade, para que a situação não se espalhe e não exponha quer a minha pessoa quer a pessoa do outro. Quando certa vez, percebi que em mim não havia força suficiente para reagir e tratar bem aquela pessoa em oração pedi forças a Jesus e a passagem do Diário que acabou por vir às minhas mãos dizia: “Ama a todos por amor de mim.” Entendi que devia continuar amando aquela pessoa por amor a Jesus. E o que pode ser pequeno por amor a Jesus?»
Pe. Antônio Aguiar


Fonte: http://blog.cancaonova.com/padreantonioaguiar

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Hoje medito na Dolorosa Paixão de Cristo!



Depois de aclamado...
foi Jesus, julgado - julgado pela própria perversão do coração humano, N' Ele quiseram colocar todas as suas próprias culpas.

Depois de aclamado...
foi Jesus, julgado, humilhado - fizeram escárnio D' Aquele que lhes queria bem e que lhes querendo bem, lhes dava palavras de Vida.

Depois de aclamado...
foi Jesus, julgado, humilhado e sacrificado até á morte - sentiu Jesus a solidão no mau julgamento, na humilhação e na morte... sem sequer o merecer...

Hoje... e sabe Deus porquê, vi-me a meditar na Dolorosa Paixão de Jesus Cristo... e... chego ao ponto de sentir, que é na "morte", no sofrimento da injustiça, na Cruz... que Deus se revela. 

Pela Sua Dolorosa Paixão,
Tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Jesus, eu confio em Vós. 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

S. Padre Pio - O que disseram dele

"D. Orione utiliza uuma linguagem particular, condizente com a sua profunda humildade, mas diz claramente coisas essenciais. Esclarece desde logo que aquilo que vai escrever lhe foi «dito» por Jesus. «O Padre Pio - escreve ele - deve pertencer por inteiro a Jesus crucificado em alegria e caridade.» Indica assim que o Calvário é o caminho que o Padre está a percorrer. E especifica ainda: «Nosso Senhor e a Santa Igreja, nossa doce Mãe, só podem ser amados e servidos na cruz, em humilde obediência e caridade.»

in Padre Pio - um santo entre nós; ed. Paulinas; Pág. 241

(Beatificado a 2 de Maio de 1999 e canonizado, a 16 de Junho de 2002, por João Paulo II )
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Ao ler sobre a vida deste santo, senti grande carinho por este... chorei, ri e maravilhei-me com tão belo testemunho de vida. Enfim... sinto-o como um pai, um pai espiritual... e hoje digo, S. Pe. Pio, rogai por mim. 

sábado, 7 de maio de 2011

Que fé é a minha? ( Parte IV )

(continuação)




Se há coisa que eu sou, é determinada! Sempre que metia algo na minha cabeça, fazia-o.

Já vimos que:

1- depois de eu pedir oração tudo piorou.
2- embora a sentir falta da Sagrada Comunhão, fui adiando a confissão.
3- jamais me iria confessar ao Pe. que me havia feito chorar na Missa.
4- "eu" sabia bem o que queria e como queria! 

Se repararmos com atenção, "eu" começo a perder o "controlo" logo desde o inicio. Eu pedi oração para tudo melhorar e tudo piorou!

Escolhi o padre que me iria confessar, marcámos dia e hora mas... no seu lugar, apareceu precisamente o padre que me havia feito chorar na Missa.

Pensei: "Ora bolas, vou-me embora... a este não..." - Quando dei por mim, já estava a confessar-me!

Creio que N. Senhor, tem um excelente sentido de humor! A cada certeza minha, Ele teve o cuidado de a desfazer e refazer á Sua maneira... e é neste exercicio que começo a esvaziar-me da minha auto-suficiencia, orgulho... deixo então de "comandar Deus" e aceito ser comandada por Ele.

Acabei por ser encaminhada para um movimento da Igreja, onde durante algum tempo aprendi mais sobre a minha fé. Aqui, cruzo-me com diferentes tipos de pessoas, dferentes tipos de caminhada e outros em processo de regresso á Casa de Deus, foi com estes ultimos que mais me identifiquei e foi com eles que mais tempo passei, criando alguns laços de amizade que perduram até hoje.

Em união fraterna, rimos chorámos e partilhámos... muito! Cada pessoa, cada história... cada vida, cada pedagogia diferente que N. Senhor usou.

Chegámos ao dia, que haveriamos de dar um passo em frente, de dizer um Sim aberto e generoso a N. Senhor. Jamais esquecerei esse dia... o mundo abanou e eu... pretensiosamente, acho que experimentei um pedacinho do céu, aqui na terra.

Eu queria correr o mundo a contar o que tinha sentido, o que tinha vivido... JESUS, vivo e presente na minha vida! Haverá algo mais extraordinário que isto? Eu, acho que não!

( continua )

sexta-feira, 6 de maio de 2011

N. Senhora do Sim.


N. Senhora do Sim,
Maravilha, Virgem Mãe.
Cuida Maria, de mim e
que eu diga sim, também.

Antigamente...



... preocupava-me muito pouco, com o que os outros pensavam de mim! Não adiantava muito os pedidos de desculpa, eu respondia á letra... sem pensar duas vezes, nem "engasganços"... era critica e incisiva... ou antes, punha o dedo na ferida sem grandes preocupações...

Hoje... sinto que mudei em muito. Tanto que mal me reconheço... hoje, procuro ouvir mais do que falar, procuro não pôr o dedo na ferida, finjo não ver... não ouvir... não saber. Mas há coisas que ainda não gosto, e tenho grande dificuldade em aceitar: - ser ignorada!

Ignorar os outros, não é fazer deles um zero?

Sim. Fiquei sentida! Não é pecado pois não?


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Eu disse não!



Eu, disse não... ao facto de ser "cristão mais ou menos".
Eu, disse não... ao facto de ser "cristão pouco empenhado".
Eu, disse não... ao facto de não me instruir em relação á fé que professo.

Porque era a Beatificação de João Paulo II, iriamos rezar o Santo Terço em comunidade. Pareceu-me bem... afinal, João Paulo II, era um grande devoto de N. Senhora e do Santo Rosário, fazia sentido... pois fazia... mas não fez!

Trouxeram as crianças, adolescentes e jovens da catequese... as catequistas e ... desastre, achei eu, desculpem, mas achei mesmo que foi um desastre! Apenas se meditou o 1º e 5º mistério... sentiu-se como um despejar de Avé-Marias e Pai-Nosso.

Os canticos entre cada mistério eram bonitos, mas nem todos os sabiam cantar... não havia forma de acompanhar. Não sei... mas senti que esta comunidade necessita exercitar esta singela devoção. Por muito simples que seja, já se viu que não é assim tão simples para "todos eles".

E eu pergunto... que andamos nós a fazer?