quarta-feira, 20 de julho de 2011

Habitualmente não pergunto...





... nada sobre o passado de ninguém!

Sempre previligiei o contacto social, as amizades, para ser mais explicita. Tenho por habito acolher com um sorriso, um cumprimento (beijocas, eheheh). Não gosto de longos questionários, apenas me preocupo em saber o nome e talvez o que faz (no presente), propositadamente evito o passado, nada tenho a ver com isso... é como olhar uma flor, olho-a naquele momento e aprecio-a do mesmo modo... o seu aroma, a sua cor, a sua textura e até tamanho, devem por si só cativar-me, prender-me... se a flor se revela pelo que é no preciso momento, assim o devemos ser nós... e garanto-vos que mais tarde ou mais cedo, as pessoas revelam-se!



Não gostaria que pensassem que é algum tipo de divertimento, um capricho ou jogo... mas gosto de olhar nos olhos das pessoas, gosto de apreciar as suas feições e até trejeitos, enquanto falam... gosto de perceber se o seu olhar me diz o mesmo que os seus lábios e... muitas vezes, sinto que lhes incomoda o meu olhar directo, o que me deixa triste. Não haverá nada mais bonito, do que olhar um amigo, olhos nos olhos e perceber no seu silêncio, se está triste, feliz, preocupado, com sentimento de culpa, angustiado... perceber no semblante do outro, se é para festejar ou... então fazer companhia no silêncio de um abraço... de um aperto de mão... 

Bolas... chamamos de amigo a tantos estranhos... e eu pergunto-me: Porquê?

Maria Luiza; aqui em Portugal não há o hábito do dia do amigo... mas eu adoptei-o! Obrigada pela sua mensagem, que me impulsionou a "celebrar" este dia do "amigo". 




1 comentário:

Alfa & Ômega disse...

Filha de Maria, obrigada pelo seu tamanho carinho. Você postou um maravilhoso texto. Amo todas as meninas de Portugal que tão zelosamente escrevem, a maioria poetizas,um luxo só. Obrigada por cita-me nesse seu tão lindo texto. Fique com Deus e com Maria, nossa Mãezinha amada!